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 Estácio de Sá é a grande campeã do Grupo A do Carnaval do Rio |
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O carnavalesco Paulo Barros, que se dividiu entre a Unidos da Tijuca e a Estácio de Sá, viveu momentos de tristeza e alegria na apuração do Carnaval do Rio de Janeiro.
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Primeiro, Barros viveu a frustração de ver a favorita Tijuca terminar apenas na 6ª colocação do Grupo Especial. Minutos depois, ele festejou o retorno da Estácio para a elite do Carnaval carioca.
"Eu tive uma tristeza e uma alegria muito grande. Não sei dizer o que vou fazer no próximo ano", afirmou o carnavalesco, acrescentando que sua possível ida para o Salgueiro ainda é especulação.
A criatividade de Paulo Barros apareceu desde a comissão de frente da Estácio, onde integrantes formavam o rosto de um leão com placas de isopor. Alas coreografadas marcaram o desfile. No último carro, cadeiras traziam brasões das principais escolas de samba do Rio.
Descontada as menores notas, a Estácio obteve pontuação máxima, encerrando a apuração com 240 pontos, seguida da São Clemente, União da Ilha e Tradição. Para o presidente Flávio Eleotério a garra e a determinação da comunidade foram fundamentais para o título.
"Caímos do Grupo Especial para o Grupo A e depois para o B. Demos a volta por cima", disse. Foram rebaixadas para o Grupo B a Vizinha Faladeira e a Alegria da Zona Sul.
A Estácio de Sá foi a segunda escola a desfilar na noite de sábado e levantou as arquibancadas do Sambódromo com um show de cores ao contar a história do Carnaval carioca desde os tempos dos pierrôs e colombinas.
A festa começou quando o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira pisou na Avenida. Ela estava sem a saia da fantasia, que era montada e desmontada por pierrôs através de placas, algo nunca visto. O público, que sambou todo o tempo, foi ao delírio.
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